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MTP, mais um ano com você!!! 2011

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Dicionário MTP
Babel

Babel é a tradução de uma palavra Hebaica em Genesis 10:10 e 11:9. Em outro lugar é traduzida como Babilônia (2 Reis 17:24). Babilônia tornou-se um grandee inimigo depois de seu crescimento como uma nação e retornou a Canaã. De fato oo Reinado Hebraíco de Judá foi exilado para a Babilônia. A História de Torre e Babel, é um período bem mais cedo da História. Desta maneira, a interpretação Babel ao invés de Babilônia como nas passagens de Genesis é pretendida a se relacionar com o nome ao ajuste cultural refletido por Gênesis 11:1-9, especialmente a tentativa de se contruir uma torre. A tradução Babel associa-se também com o incidente de Babel com o popular entendimento de que Babel é derivado de uma raiz que significa confundir (Gênesis 11:9).
Excavações arqueológicas formecem informações sobre o edifício dasa torres para os Templos chamados zigurates. A excavação de um número de torres deixa claro que as estruturas consistem em diversas plataformas, cada uma menor dimensão de que aimediatamente abaixo dela. A plataforma superior serviu como o local para um pequeno templo dedicado a divindade particular do construtor ou a cidade em que era construído.
O primeiro zigurat na Babilônia foi construído por Shar-kali-sharri, o Rei Akade na útima parte do vigésimo-terceiro século B.C. Arqueologistas acreditam que esse zigurate foi destruído e reconstruído diversas vezes através dos séculos. Aparentemente suas ruínas são por volta de 2000 BC a 1830 BC, na época em que um dos ancestrais de Hamurabi (1728-1636BC)fundou ou reconstruiu a cidade nomeada Bab-ilu ou Babel.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dicionário MTP
Acaia

Nos tempos do NT, era uma província romana. No tempo de Homero, a Acaia designava toda a Grécia, que era habitada pelos acaianos; depois, durante algum tempo, passou a designar apenas a costa sul do Golfo de Corínto. Quando a Grécia caiu sob domínio romano no século II AC, o território foi adstrito (146 AC) à província da Macedónia mas em 27 AC organizou-se como província autónoma. No ano 15 DC, uniu-se novamente à vizinha Macedónia, ficando sob a alçada de um administrador imperial, até que Cláudio, em 44 DC, devolveu a província ao Senado. Foi, depois, administrada separadamente por um procônsul, que tinha a sua sede em Corínto (cf. At 18:12). Os seus limites iam até Tessalónica, no sul da Grécia. Paulo esteve em Acaia, pela primeira vez, por volta de 51 DC, durante a sua 2ª viagem missionária e visitou as cidades de Atenas, Corínto e Cencréia (At 17:16 a 18:18). Tornou a visitar a província no inverno de 57/58 DC durante a sua 3ª viagem missionária (At 19:21). Apolo também pregou o Evangelho nesta província (At 18:24, 27; cf. 1Co 3:3-7; 1Co 16:12).

sexta-feira, 12 de março de 2010

Dicionário MTP
ABEL-BETE-MAACA

Heb. ’Abel Beth (ham) Ma‘akah, “campina da casa de Maaca.”

Este local é também apelidado de Abelmaim (Heb. ’Abel-mayîm, “campina das águas”) porque se situa numa planície onde a água abunda (2Cr 16:4). É uma cidade que se situa a cerca de 32 km a este de Tiro, dominando sobre o Vale Superior do Jordão. Foi cercada por Joabe quando Seba fugiu para lá, depois que se rebelou, sem sucesso, contra David (2Sm 20:14-22). Foi destruída por Benadade, da Síria, durante o reinado de Baasa (1Rs 15:20; 2Cr 16:4) e foi, finalmente, conquistada por Tiglath-Pileser III, que lhe chamou Abilakka e a incorporou numa província assíria (2Rs 15:29). A cidade chama-se agora Tell Abil.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Dicionário MTP
Amarna

Tell el-‘Amârna. Localização da antiga capital do Egipto durante o reinado de Ikhnaton (Amenhotep IV - 1381-1364 AC), situada a cerca de 320 km a sul do Cairo, na margem direita do Nilo. Quando Ikhnaton deu início à adoração monoteísta do sol, em Aten (Aton), encontrou tanta oposição em Tebes, a residência real e centro da antiga religião, que o rei acabou por transferir a capital para um novo local, ao qual ele chamou Akhetaton, “Horizonte de Aton”. O movimento terminou pouco depois da sua morte e a capital foi transferida de novo para Tebes. Ikhnaton e a sua capital de pouca duração foram esquecidas, até as suas ruínas serem redescobertas recentemente.
Em 1887, uma mulher local, ao procurar entre as ruínas alguns desperdícios que pudessem servir de fertilizante, descobriu acidentalmente o arquivo oficial dos reis Amenhotep III (1419-1381 AC) e Ikhnaton. Continha mais de 350 cartas escritas em tabuínhas de barro, sendo utilizada a grafia cuneiforme babilónica e tratava-se da correspondência entre a corte Egípcia e os reis da Babilónia, da Assíria, do Chipre, os heteus e muitos outros príncipes vassalos da Síria e da Palestina. Depois de algumas vicissitudes, as tabuínhas foram finalmente parar às mãos dos eruditos. Foram, mais tarde, descobertas ainda umas quantas tabuínhas em escavações regulares feitas em Amarna. Perto de 300 destas tabuínhas encontram-se agora no Museu de Berlim e as outras nos Museus de Londres, Cairo, Oxford, Paris e Bruxelas.
Estes documentos, denominados por Cartas de Amarna, são fontes importantes para se conhecer a história cultural e política da Ásia ocidental e do Egipto no século XIV AC e a sua descoberta foi um acontecimento de grande importância para a história do Próximo Oriente e para a arqueologia bíblica. Elas mostram que a escrita e a língua babilónica eram universalmente utilizadas no Próximo Oriente para correspondência diplomática, mesmo entre os senhores egípcios e os seus vassalos asiáticos. Vemos a grande influência da cultura babilónica sobre a Síria e a Palestina. Estas cartas mostram que os reis da Babilónia, da Assíria e de outros lugares lidavam com o Faraó egípcio de igual para igual. Revelam-nos o Egipto que, uma geração antes era a maior potência do mundo, mas que depois passou a viver num estado de inactividade e fraqueza política, não fazendo absolutamente nada para manter o seu império asiático, construído por Tutmés III e pelos seus sucessores. Falam também dos heteus, que se revelaram uma ameaça, no norte, ao usurparem os domínios egípcios na Síria, através de agressão directa e intriga. Aí se pode ver que a Síria e a Palestina, protectorados egípcios, se encontravam num estado de anarquia e de extrema fraqueza, divididas em vários reinos. Os seus governantes, que se apelidavam de reis, declaravam ser leais à coroa egípcia, mas guerreavam-se entre si, uns através de batalhas reais e os outros através de denúncias e intrigas. Vários destes príncipes aproveitavam-se da inactividade política do Egipto, durante este período, para se tornarem independentes e alargarem os seus territórios à custa dos seus vizinhos. Outra causa para a instabilidade política foi o surgimento de ‘Apiru, em quem os invasores hebreus podem ser reconhecidos. ‘Abdu-Heba, o rei de Jerusalém, queixou-se, em especial e com alguma amargura, contra a intrusão de ‘Apiru e declarou que grandes partes do país já tinham caído nas suas mãos, por traição e conquista. Outras cidades sírias e palestinianas bem conhecidas e de cujos reis as cartas também foram preservadas são Asquelom, Laquis, Geser, Megido, Aco, Tiro, Sidom, Beirute e Biblos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Dicionário MTP
ACAZIAS
Heb. 'Achazyah e 'Achazyahû, "Yahweh agarrou (a minha mão)".

O 6º rei do reino de Judá, que reinou durante menos de um ano (c. 841 B.C.). Em 2Cr 21:17 ele é chamado Joacás, um nome em que as duas componentes do nome Acazias são simplesmente invertidas, mantendo o significado. Acazias era o filho mais novo de Jorão e Atália, seguindo as pisadas de seu pai em impiedade. Chegou ao trono quando tinha 22 anos (2Rs 8:26; 2Cr 22:1-4). Juntou-se ao seu tio Jorão de Israel para lutar contra Hazael de Damasco em Ramoth-Gilead. Jorão foi ferido nesta batalha e retirou-se para Jezreel para recuperar dos seus ferimentos. Enquanto ele estava lá Acazias visitou-o (2Rs 8:28, 29; 2Cr 22:5, 6), e foi durante a sua estadia em Jezreel que Jeú se revoltou. Aquando da sua chegada a Jezreel este aspirante ao trono matou Jorão. Acazias fugiu mas foi ferido mortalmente. O seu corpo foi levado para Jerusalém para ser sepultado (2Rs 9:27-29; 2Cr 22:7-9). Após a sua morte a sua mãe Atália matou os seus herdeiros (excepto o menino Joás, que foi escondido) e tomou o trono (2Rs 11:1-3).